quinta-feira, 29 de maio de 2008

De toda forma.

De toda forma, de todo modo
Sem explicação, sem nenhuma excitação
Complexos de perfeição.

A semente que se planta ao véu
Desbotada, sem esperança.
Não voltara a brotar no próximo outono.
Pelo seu desprezo fulminante.

O recomeço
A luta continua da forma
cega em espiral.
Cuja o lema
Produzido, Redigido
e Contraído a si mesmo
De uma forma
deliberadamente viva diz.:

“Ter o golpe retardado por minha fé
e escapar do fulmino momento de dor
é apenas parte das expiações marcadas em meu espírito.”

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Paradas de Marfim

Hoje o que resta da essência de nos?
Reações complexas de mais para existirem.
A imagem a persistir sem rumo em uma mente enferma.

E o resto da consciência perdida?
O que te sustenta aqui?
E as respostas são vagas o suficiente
Para não existir.

Tudo o que você se aparenta ser
É apenas o meu simples reflexo em Você.
Nada ao incontestável.

Vou assim forjando com minhas próprias mãos
As armas do ultimo confronto.

E sobre a luz das cores perdidas da aurora
Vou me retratando nos mais complexos personagens.
O drama pessoal com qual se pode conviver.

Retratos escuros na estante de marfim.
Telas pintadas de egoísmo, de dor, de Sangue Inocente.
Ai estão os sacrifícios cometidos
Expostos em mais uma parede seca e desbotada.

Qual será a diversão
De não ver a ultima estrela cair do céu?
De não ver as metáforas contestáveis
Se tornando reais.

Nenhuma ao meu ver.

Apenas o Reflexo desta mesma mente enferma.

domingo, 27 de abril de 2008

Coro das entranhas

Se é na barriga
Que o coro se irriga
E víceras se abriga,
Escrevas montes
De tamanha pontes
Da boca ao ânus
Antes do fomento
Corpo orco -
Firmamento oco -
Distante, prado
Da vida interior,
Caverna distinta,
Abóbada do horror
Que é esplendor -
Que é força adentro
Do corpo, do orco.

Escrevas, escrevas mil.
Porque aquele já sentiu
E hoje fulgura peito
E estreito fica
À vida e à modernidade.


Por Mal de Drosófila.

Releitura.

Então o próximo passo.
Negação, Reação.
Complicação.

Desta vez, a forma e sua metamorfose.
Não sou apenas um Poeta Cego.
Desta vez as marcas não serão
uma releitura do passado.

Tudo em que puder sentir
Veja a triste insônia
A adentrar a face mais perdida.
Ate desfigurar a si mesmo.

Seguindo o caminho traçado por meus pés
Ate o final do espetáculo.
As marcas de um show de horrores.

E ao esperar a aurora de cores perdidas
Pode ser que se perca ao fundo
Esperando a esperança falhar
e nada se sobre sai a turva verdade.

Sonhos levados pela maré.
Ferrugem a correr pelo meu sangue.
Provando apenas a inexistência de luz.

E neste lado do sol
Eu não quero apenas ser
Um Poeta Cego.



Paulo Manduca Cortizo Vidal.;

Poeta Cego.

Talvez simplesmente não importe pra você.
Todos os pequenos lugares
as grandes falhas
os pequenos erros
A se agravar cada vez mais.

Apenas um drama pessoal.
A maneira q cada um tem
de fazer o dia florescer.

E do outro lado
apenas a criança, vê a estrela no céu.
A sombra do poeta
sozinha em um canto escuro.
Escrevendo em linhas curtas
ele traça a vida
os momentos fúnebres
as lembranças
os traumas.

Você
o vicio que abracei de alma.
Tão perdido quanto eu.
Fez se então
incapaz de estar novamente presente.
Destruindo apenas a mim.
O único que ainda se faz presente.


Paulo Manduca Cortizo Vidal.

Descrição

Frauda, esse blog esta dedicado a exploração total e ilimitada de nossas mentes.
Poesias, Textos, Cartas, Desabafos, e qual qer coisa que possa a vir de surgir.
Esse blog é restrito.`
Permição p/outros lerem tem q ser mutua.

Faça Bom Proveito.
Estarei aqui Diariamente tambem.

Grande Abraço.
Sentimos muito a sua falta.